TODOS LOS RECAMBIOS PARA SU HONDA

sábado, 2 de mayo de 2009

Panhead Chopper 1949 - porto alegra RS

LONDON TRADING CO.

Lorenzo y Pedrosa...


Dupla espanhola amanha en Jerez... o piloto Mallorquino Jorge Lorenzo em primeiro, seguido de Dani Pedrosa, Casey Stoner e Valentino Rossi

Bultaco... un poco de historia






Los catalanes Pere Permanyer y Francisco Xavier Bultó Marqués (abuelo de Sete Gibernau Bultó), más conocido como Don Paco fundaron en 1944la marca de motocicletas Montesa. Don Paco abandonó esta empresa debido al abandono de la competición pues creía que la innovación en las motocicletas estaba íntimamente ligada al mundo de la competición y fundó el 17 de mayo de 1958 Bultaco en Barcelona.

El nombre de la marca es invención del propio Bultó (mucha gente cree, erróneamente, que se debe al piloto de Gibraltar John Grace, que pensó que estaría bien una combinación del apellido del fundador, Bultó, y su nombre, Paco), que ya lo utilizaba desde hacía años como su dirección telegráfica particular. El particular logotipo, concebido por Don Paco, es un dedo pulgar signo de que todo marcha bien.

El primer modelo fue una moto deportiva llamada Bultaco Tralla 101.

En 1964 Bultaco se introdujo en el mercado y en la competición de las motos de trial con el modelo Sherpa. Se puede considerar a la Sherpa S de dos tiempos como la primera moto fabricada expresamente para la práctica de esta modalidad deportiva. Ficharon al piloto Sammy Miller para competir y, a pesar de las desfavorables apuestas que hacía la prensa, lograron vencer la primera prueba en que compitieron, la primera vez que vencía una moto no británica.

El último modelo que sacó la marca del dedo rampante fue la Streaker, una moto que incorporaba ya en aquella época frenos de disco, tanto delante como detrás, algo inusual hasta la fecha, ya que siempre habían utilizado frenos de tambor.

Finalmente, Bultaco desapareció tras una gran crisis (en la que el Ministerio de Industria obligó a la cúpula directiva de Montesa a comprar la marca Bultaco), junto con otras marcas como OSSA y Mototrans (distribuidora de Ducati). Otras marcas españolas como Puch Avelló, Montesa ySanglas fueron absorbidas por la llegada al mercado de marcas niponas como SuzukiHonda y Yamaha, respectivamente.

Bultó pidió a la dirección de Montesa, con J.L. Milá al mando, los derechos mercantiles sobre el logotipo y la marca de Bultaco, alegando que no tenían valor ninguno para Honda. Montesa concedió de forma gratuita esa cesión de propiedad industral y fue gracias a esta transacción por la que en 1999 la marca Derbi resucitó a Bultaco con una reedición de la Bultaco Lobito y el lanzamiento de una línea de ropa deportiva con el logotipo.

mas Billy Lane...






desta vez a FRANKIE´S STREET SWEEPERS... preciosa...

Billy Lane - Melbourne CA






essa é a "KING OF NEW YORK" moto do revolucionario Billy Lane da Choppers Inc. 

seção EXHAUST


Encontro de Harley Davidson em Campos do Jordão - XII National HOG Rally


Com 16 anos de estrada o HOG Rally realizou nos dias 16 a  21 de abril a12º edição do evento na charmosa cidade serrana, que recebeu 1.600 motociclistas associados ao HOG Brasil (Harley-Davidson Owners Group), para curtir muita diversão e agito em Campos do Jordão.

viernes, 1 de mayo de 2009

martes, 28 de abril de 2009

coisinha mais linda...





O famoso One-percenter...


texto tirado do site do "Corvos MC" 

 

“O incidente de Hollister e a formação dos Outlaw Motorcycle Clubs...”

 

O período de formação parece alcançar seu auge com o incidente de Hollister, Califórnia, em 4 de julho de 1947. Esse episódio, que foi objetivo de reportagem pela Revista Life, misturado ao novo perfil dos motociclistas foi a mistura ideal para que os moto clubes não ligados a AMA emergissem. 
               Como declarado acima, apenas aos membros da AMA que recebiam o certificado de moto clube era permitido competir. Sendo assim, o mundo de competição era um fator de formação e difusão de moto clubes. A AMA era responsável pela regras relativas aos seus membros, à segurança das corridas, bem como pela imagem familiar que os eventos necessitavam para venda de ingressos.

 

 Aparentemente, em 4 de julho de 2007 uma falha de organização ocorreu dentro da AMA e deu causa a um pequeno incidente em Hollister, Califórnia. Neste fim de semana em particular, ocorreu o encontro de vários clubes da motocicleta, incluindo Pissed Off Bastards of Bloomington (POBOB) e os Boozefighters Motorcycle Clubs, todos atraídos pelas corridas anuais que a AMA promovia por todo os EUA. Como estes eventos eram considerados de primeira linha, levavam uma legião de motociclistas, membros de moto clubes ou não. Naquele dia uma mistura de álcool e adrenalina resultou em incidente inusitado. Membros de moto clubes e não membros passaram a competir nas ruas da cidade consumindo quantidades maciças de cerveja. A algazarra produziu pequenos incidentes, entre eles dano ao patrimônio e ultraje público ao pudor, mas nada parecido com “um cerco à cidade”, como a revista Life noticiou. 
               A dúvida sobre o que realmente aconteceu em Hollister reside no fato de que a maior parte das pessoas que viveram aquele final de semana já faleceu. Na ausência de testemunha ocular, as opiniões se tornam contestáveis e talvez a verdade nunca apareça. As reportagens da época retratam Hollister como uma cidade tipicamente interiorana que foi abalada pela chegada de motoqueiros arruaceiros que fizeram da cidade um pandemônio, no entanto, há registros de que Hollister já havia abrigado outras corridas de motociclietas, inclusive a própria Gypsy Tour em 1936. Com isso, pode-se afirmar que a cidade calma que as reportagens apregoavam não é verdadeira e deve ser descartada como fonte primária. É certo que uma verdade aconteceu em Hollister, a sua incapacidade de abrigar a legião de motociclistas que se dirigiram àquela cidade em 1997 para comemorar o aniversário de 50 anos do incidente. 

 

“Explicando o incidente de Hollister...”

 

O mito de 4 de julho de 1947 em Hollister pode ser atribuído a único fato. De acordo com alguns relatos, Barney Peterson, um fotógrafo do San Francisco Chronicle, publicou a foto de um motociclista bêbedo equilibrando-se precariamente sobre uma motocicleta Harley-Davidson, cercado por cascos de cerveja quebrados,segurando uma cerveja em cada mão com a seguinte manchete:

“E ASSIM A AMÉRICA”  (and thus, America’s). O San Francisco.

              Chronicle exagerou na licença literária para o relato do caso. Resumindo, o artigo afirmava que motociclistas realizavam competições em todas as ruas, assim como andavam com suas motocicletas dentro de bares e restaurantes. Para descrever este episódio a revista utilizou palavras como “terrorismo” e “pandemônio”.
               Também afirmavam que as mulheres que acompanhavam os motociclistas eram qualquer coisa, menos senhoritas americanas.
                 O artigo serviu para insuflar os ânimos na região e logo apareceram os primeiros desentendimentos com resultado morte. 
               A revista Life, em 21 de julho de 1947, aproveitando o momento, publicou um artigo usando a mesma foto do motociclista bêbado com o seguinte título: “Ele e os seus amigos aterrorizam a cidade” (Cyclist’s Holiday: He and Friends Terrorize Town). O artigo afirma que quatro mil membros de um moto clube eram responsáveis pelo tumulto. Sabemos que foi um exagero espetacular. De acordo com a maioria das estimativas nenhum moto clube pode se vangloriar de ter conseguido juntar, pelo menos, a metade desse número, ainda mais naquela época.

 

“A origem dos Moto Clubes 1% e outras mumunhas mais... ”

O artigo com meras 115 palavras colocado logo abaixo de uma imagem gigantesca de um motociclista aparentemente bêbedo causou tumulto por todo país. Alguns autores afirmaram que o AMA liberou para imprensa uma nota que desmentia a sua participação no evento de Hollister e indicava que 99% dos motociclistas eram pessoas de bem, cidadãos cumpridores da lei, e que os clubes de motociclistas da AMA não estiveram envolvidos na baderna. Entretanto, a associação americana do motociclista não tem nenhum registro de tal nota. Tom Lindsay, diretor da informação pública do AMA, em nota declarou que “nós [AMA] reconhecemos que o termo 1% há muito tempo é atribuído a AMA (e provavelmente continuará a ser), mas em nenhum momento conseguimos identificar em nossos registros esta citação ou a indicação de que a AMA tenha publicado, por isso acreditamos que sua criação seja apócrifa.” 
               A revista Life publicou comentário de pelo menos de três pessoas, um delas era Paul Brokaw, um editor proeminente de um periódico chamado Motorcyclist. Brokaw castigou a Revista Life considerando a imagem publicada totalmente descabida. 
Parece prudente fornecer o teor inteiro da mensagem de Brokaw, ao editor da Life:

Senhores,
 
As palavras mal servem para expressar meu choque em descobrir que o retrato do motociclista [veja The Life julho 21, 1947:31] foi obviamente preparado e publicado por um fotógrafo interesseiro e sem escrúpulos. 

Nós reconhecemos, lamentavelmente, que houve uma desordem em Hollister - não ato de 4.000 motociclistas, mas de um por cento desse número, ajudada por um grupo de não motociclistas e apostadores. Nós, de forma alguma, estamos defendendo os culpados - de fato é necessária uma ação drástica para evitar o retorno de tais comportamentos. 

Entretanto, vocês devem entender que a apresentação dessa foto macula, inevitavelmente, o caráter de 10.000 homens e mulheres inocentes, respeitáveis, cumpridores das leis e que são os representantes verdadeiros de um esporte admirável.

Paul Brokaw 
Editor, Motorcyclist 
Los Angeles, Calf.

 

Na carta acima, Brokaw indica claramente que os acontecimentos ocorridos em Hollister têm como origem pessoas anônimas. É importante frisar que Brokaw não indica quem são essas pessoas, mas de certa forma fala em nome da AMA. Interessante, Brokaw declara que nenhuma ilegalidade ocorridas em Hollister foi realizado pelos 4.000 motociclista, “mas um por cento desse número.” Parece lógico, na ausência de uma nota real da AMA sobre o assunto, que esta carta tenha sido a origem do termo “um por cento.” 
               Uma outra carta publicada na mesma edição da Life, escrita por Charles A. Addams, define como sendo ilusória a idéia de que a metade da população do motociclista de Hollister eram membros da AMA. De acordo com Addams, “os quatro mil ‘motociclistas’ não eram todos os membros de um clube. Da AMA estavam presentes aproximadamente 50% do total e os outros 50% era motociclistas comuns que estavam aproveitando os três dias de feriado. Apenas cerca de 500 ‘motociclistas' eram os responsáveis pelo desastroso evento de Hollister.” Quando combinadas, as cartas de Addams e Brokaw explicam o motivo que muitos afirmam que a AMA seja a dona da afirmação “um por cento”. Em carta a revista Life, Addams estabelece a possibilidade de uma considerável presença da AMA no evento e Brokaw parece estar falando em nome de uma organização em que o motociclismo é um estilo de vida. Assim, parece lógico concluir que estas duas cartas ao editor da revista Life sejam a origens do mito “um por cento” e da condenação da AMA. Observe que Brokaw, em sua carta, não fala claramente em nome de do AMA, mas ao longo do tempo as pessoas passaram a interpretar como tal. 
               Enquanto os motociclistas comuns e as moto-organizações estavam tentando se distanciar do ocorrido em Hollister, clubes tais como o Boozefighters buscaram se enquadrar a ele. Assim, temos que o evento de Hollister de 1947 foi o fomento que falta para a consolidação dos moto clubes não alinhados a AMA, ou seja, os “Outlaw Motorcycle Clubs”. Deve-se deixar claro que estes clubes nunca pertenceram a AMA, logo não foram banidos ou coisa parecida.

 

 

 

bom, não sei se sou partidario disso, pelo menos não 100%... eles exageragam um pouco, mas faz parte do show...  

www.quadcambastards.com

let´s ride pals...

domingo, 26 de abril de 2009

um pouco mais de indian larry...

Indian Larry





 Eu sou um cara old school, sempre fui. Gosto dos carros antigos,dos muscles cars, um apaixonado pelo blues de preferência antigo, motos igual... quer coisa mais linda que uma panhead...  uma vez um amigo me perguntou o que eu via de bonito num motor. Eu não soube responder... apenas acho lindo (to louco pra tatuar um no braço) mas voltando pro assunto do Old School, quem melhor pra tomar como exemplo senão Indian Larry, um dos melhores, talvez o melhor construtor de motos que eu já vi... são obras de arte, mas com espírito estradeiro, não essas chopperzinhas de boutique (nada contra, apenas não gosto).

www.indianlarry.com





grandes motos fabricada por Russell Mitchell da Exile Customs... preciosas.. bom Domingo a todos...
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